Livros

Circula no Facebook uma corrente as quais pessoas postam vários livros que marcaram ao longo da vida. Resolvi participar e estou replicando aqui a postagem que lá fiz.

É interessante salientar que normalmente só leio dois tipos de livros: técnicos ou algo que faça minha mente viajar um pouco e distrair do mundo real. Não que eu tenha preconceito, mas a leitura é uma das minhas diversões, e nada mais justo do que ler apenas o que me diverte.

Vamos à lista.

    • “O Único e Eterno Rei” (vols. 1-5, T. H. White): basicamente a história de todo o ciclo Arturiano. São, em todos os sentidos possíveis, meus livros de cabeceira e toda a coleção foi lida por mim inúmeras vezes e tenho um apreço especial por eles porque a história me inspirou e me ajudou a sair de uma quase-depressão que senti estar sendo envolvido há uns 5 anos.
    • “Sete Desafios para Ser Rei” (Jan Terlouw): Eu realmente não lembro de como esse livro chegou às minhas mãos, mas até hoje recomendo que qualquer pessoa que queira empreender leia-o para tirar uma lição de vida. Líderes não precisam ser temidos quando são amados e respeitados.
    • “O Andar do Bêbado” (Leonard Mlodinow): Porque começamos a compreender que existem certas coisas que estão totalmente além de nosso alcance – o acaso.
    • “Harry Potter” (vols. 1-7, J. K. Rowling): Precisa explicar? Eu (e um monte de gente) crescemos juntos aos personagens do livro, nos identificando com toda a problemática e o universo (aulas, conflitos, adolescência) exposto nele.
    • “Fronteiras do Universo” (vols. 1-3, Phillip Pulman): Primeiro livro que chorei feito uma menininha quando terminei de ler o terceiro volume. Considero realmente o melhor livro que já infanto-juvenil e sou extremamente feliz por ter relido mais velho, porque só assim consegui entender um pouco da complexidade da história de Lyra e Will que ficará para sempre descansando na minha cabeça.
    • “A Sétima Torre” (vols. 1-7, Garth Nix): Primeiro livro de alguma coleção que me recordo de ter lido foi daí. Achei estranho ter um personagem chamado “Tal”, mas me vi esperando loucamente todo ano pelo volume seguinte.
    • “Desventuras em Série” (vols. 1-13, Lemony Snicket): Li 13 livros ao longo de mais de 10 anos para ver um filme de 1 hora estraçalhar tudo.
    • “Artemis Fowl” (vols. 1-8, Eoin Colfer): Definitivamente, compro mais livros do que dou conta. Parei de ler a história de Artemis no volume 5 simplesmente porque não achei o restante para comprar na época, mas sempre batia uma felicidade quando via um novo volume numa livraria. Eu recomendo o primeiro livro para muita gente que não tem hábito de ler por ser uma leitura leve, mas aparentemente as pessoas não levam essa história de fadas a sério.
    • “Angus” (vols. 1-7, Orlando Paes Filho): Li o volume 1, e só. O volume 1 tinha ótimas imagens (se é que vocês me entendem) para um garoto de 12 anos na época e perdi o interesse quando vi que o volume 2 em diante tinha a temática mais leve. Apesar disso, é uma coleção que realmente sinto bastante falta de terminar de ler, assim como a de Artemis. A escrita é realmente fantástica, principalmente vindo de um escritor brasileiro, e o acabamento dos livros não deixam nada a desejar.
    • “O Imperador / O Conquistador” (vols. 1-3 de cada, Conn Iggulden): Admiro todos os grandes heróis (dependendo de quem vê, óbvio) que já passaram pela humanidade. Júlio César e Gêngis Khan podem nos dar boas lições.
    • -ESPECIAL- “O Investidor Inteligente” (Benjamin Graham): Pior livro que já li, não passei do capítulo dois e pessoa que me deu de presente também tem uma cópia e não passou do capítulo um. Aprendi que o mercado de ações é retrógrado e cheio de gente tradicionalista que acha que técnicas empregadas na década de 60 ainda devem servir para os dias atuais. (Edit 2017: Retiro tudo o que disse. Li o livro, muitos anos depois do texto original, e aprendi muito, de verdade.)

Quem quiser tomar como sugestão um desses livros, fica aqui minha recomendação.

– Daniel.

Publicado por

Daniel Araújo

Redator-chefe do próprio blog. Escreve bem sobre absolutamente nada, tem opinião sobre absolutamente tudo. Ninguém se importa mesmo assim.

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